(Letra: Eloi Couto, Filipe Mathias, Fabrizio Tessitore / Música: Kalterium)

Sei que a ingratidão sempre me consome
Olho pro que tenho e esqueço de onde vim
Dos bens que não sou dono até do ar que eu respiro
Fecho os meus olhos e insisto em me enganar
Recebo muito mais, muito mais do que mereço
Peço, peço e insisto no que satisfaz a mim
Olho no espelho não tenho resposta, onde vou parar?

No instante que enfim percebi
Ah, o que será de mim?

Eu não quero ser mal-agradecido

Hey não seja escravo das vontades
Não alimente o seu eu interior
Saia do vício do precipício que te aguarda
Pare e pense, olhe ao seu redor
Não dê ouvidos pro seu ego inflamado
Olhar pro próprio umbigo não leva a lugar nenhum
Saiba agradecer a cada dia que amanhece
Levantar da cama e respirar não é pra qualquer um.